15 de fevereiro de 2008

Só.

Sozinha, sozinha...

Como a lua na imensidão que és o céu

A rua que na madrugada escura dorme arisca

As flores que por mais juntas estejam

Cada uma, uma é.

Coração fraco bate,

Pensamentos que para longe vão,

Sem permissão,

Desdobram-se e invadem meu coração

Do alvoroço ao tédio

Das lágrimas ao sorriso discreto.



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