Paro o carro e o esvazio
Ofegante abro a porta,
Tudo em silencio!
Abro a janela e a luz invade.
O cheiro já não é mais o mesmo, o vento sopra as cortinas, e poeira vem acima.
Cisco preto em todos os ângulos, em cada canto.
Respiro incrédula e espirro indignação.
- como pode o tempo seco e pessoas sem noção?! Será que no patamar de cima o oxigênio já recebeu nova tecnologia?! Ou esse povo não respira?!São tão cegos ao ponto de cifrões ao invés da visão?!
Limpo a escuridão e chovo renovação.
De que me adianta o bravio se não houver conscientização?!
O calor é intenso e o banho satisfeito
Em um sorriso grato pelo lar abençoado
Contemplo o final da bela tarde ensolarada
Na varanda de minha morada tão sonhada.
Ofegante abro a porta,
Tudo em silencio!
Abro a janela e a luz invade.
O cheiro já não é mais o mesmo, o vento sopra as cortinas, e poeira vem acima.
Cisco preto em todos os ângulos, em cada canto.
Respiro incrédula e espirro indignação.
- como pode o tempo seco e pessoas sem noção?! Será que no patamar de cima o oxigênio já recebeu nova tecnologia?! Ou esse povo não respira?!São tão cegos ao ponto de cifrões ao invés da visão?!
Limpo a escuridão e chovo renovação.
De que me adianta o bravio se não houver conscientização?!
O calor é intenso e o banho satisfeito
Em um sorriso grato pelo lar abençoado
Contemplo o final da bela tarde ensolarada
Na varanda de minha morada tão sonhada.
Um comentário:
Olá!
Passei para retribuir a tua visitinha lá no Vermelho Pitanga...
Hum, realmente, chegar em casa, pisar no tapete vermelho do lar-doce-lar, e tomar aquele banho não tem preço!
Um abração,
Pitanga.
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