3 de setembro de 2008

Paro o carro e o esvazio
Ofegante abro a porta,
Tudo em silencio!
Abro a janela e a luz invade.
O cheiro já não é mais o mesmo, o vento sopra as cortinas, e poeira vem acima.
Cisco preto em todos os ângulos, em cada canto.

Respiro incrédula e espirro indignação.

- como pode o tempo seco e pessoas sem noção?! Será que no patamar de cima o oxigênio já recebeu nova tecnologia?! Ou esse povo não respira?!São tão cegos ao ponto de cifrões ao invés da visão?!

Limpo a escuridão e chovo renovação.
De que me adianta o bravio se não houver conscientização?!


O calor é intenso e o banho satisfeito
Em um sorriso grato pelo lar abençoado
Contemplo o final da bela tarde ensolarada
Na varanda de minha morada tão sonhada.

Um comentário:

Pitanga disse...

Olá!
Passei para retribuir a tua visitinha lá no Vermelho Pitanga...

Hum, realmente, chegar em casa, pisar no tapete vermelho do lar-doce-lar, e tomar aquele banho não tem preço!

Um abração,
Pitanga.