É uma estradinha de asfalto, rodeada de um campo repleto de verde, arvores altas, flores das mais diversas cores.
Um largo lago esplendoroso, que nele, nas belas manhas resplandecentes, o sol ardente reflete como em um espelho, tendo também, na paisagem que forma, a mão do homem em seus prédios luxuosos.
Puro contraste!
Por ali, expõe um vento confortável, quando se passa meio ao arco de folhas que se encontram na mais elevada altura.
É um tanto quanto escuro, escutam-se os pássaros, que se divertem escondidos, meio aos galhos que não se vê.
Ate mesmo em dias muito quentes, o clima é fresco.
Nessa época de inverno, muitas folhas secas espalhas ao chão, algumas já deformadas com o passar do tempo, outras que acabaram de descambar. O barulho dessas folhas que se desprendem das diversas arvores, me fascina, me traz um contentamento gigantesco, a sensação é de paz interior; como nas manhãs de quinta-feira, que a mente por momentos silencia, o permanecer no vazio, mesma que por pouco período de tempo, se tornou sagrado e indispensável.
È tão grande minha satisfação em ali estar, agora, quase todos os dias, cuidando daquele que me sustenta e sustentara até minha partida.
Concentro-me na respiração, no sangue que percorre as veias, o pulsar do coração.
Pensamentos positivos e conversa com os deuses.
Distribuo largos sorrisos e palavras de “Bom Dia”, alguns na concentração parecem não me ouvir, enquanto outros, em todo encontro os lábios se abrem e os olhos se cruzam.
Quando me dou conta, o ponteiro do relógio voou, pareço ter perdido a noção do tempo, ou o tempo que se perdeu mim, e com isso, a leveza se instala, meu corpo se purifica, encontro forças para seguir tranqüila!
E assim, sigo, descobrindo em minhas manifestações, grandes emoções!
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